Os Motores Modernos duram menos?

 

Será que é uma percepção, ou uma imagem distorcida da realidade do mercado; ou será que os motores modernos realmente duram menos se comparados com as gerações anteriores…?

Para ser prático e direto, podemos afirmar que sim.., os motores modernos têm um ciclo de vida mais reduzido se comparados com os projetos dos anos 80,90, ou 2.000..; haverá exceções, modelos ou projetos específicos que fogem desta realidade, ou até pessoas que tenham argumentações contrarias que problematizam esta afirmação, mas, em termos gerais trata-se de uma condição perceptível no dia a dia do setor de serviços automotivos.

E porque isso acontece…?

Bom, os motivos são diversos, na verdade estamos falando de vários fatores os quais somados, convergem para uma condição específica de menor durabilidade da unidades de propulsão (Powertrain).

A pressão encima dos motores a combustão interna, e a procura pela eficiência dos mesmos, em termos de consumo de combustível, nível de emissões e custos de produção, formaram um “coquetel” imbatível no sentido de levar os motores a combustão interna, para um caminho de complexidade excessiva e desnecessária.

Materiais, sistemas auxiliares, tecnologias caras e pouco eficientes em termos de um uso cotidiano e frequente, levaram as montadoras a criar veículos (com seus respectivos motores),  com foco no principal objetivo de atender normas e regulamentações (principalmente ambientais), mas, se repararmos desde a perspectiva da engenharia, “algo não está muito lógico que digamos”…; como é possível que os sistemas auxiliares de uma máquina (motor), representem elementos de maior complexidade e custo, com relação á essência do produto base…?

Bom, para entender um pouco mais sobre este fenômeno que tomou conta da indústria automotiva, Assista ao Vídeo abaixo:

 

 

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